Na arte de ser jornalista é preciso dominar bastante a parte de não saber realmente bem nada sobre as coisas, mas contar como se fosse especialista. A gente é especialista no que gosta, no que deve gostar pra ganhar dinheiro ou para ser um bom funcionário. Eu fico com a primeira opção, do que gosto sei e conheço bem praticamente tudo, mesmo quando o que eu gosto é desgosto para o resto do mundo.
(Hoje me peguei fazendo um post sobre ‘bolsas laranjas’ para a minha chefe – logo eu, que não usaria nem de longe uma peça dessa cor. Quando vi, lá estava Gabriella falando sobre como usar e amar as bolsas laranjas. ‘Contradição e jornalismo’, definiria. E um pouco de audácia.)











